Uma travessia
O Universo
da Obra
Entre a Floresta que devora nomes e o Jardim que os guarda, um menino aprende que lembrar é o mais antigo ato de amor.
Mundo I
Floresta
Oblivionis
Um reino feito de raízes escuras e árvores que já foram nomes. Ali habita tudo o que foi esquecido: promessas quebradas, pessoas silenciadas, histórias interrompidas.
- • O Vale dos Silenciados
- • A Árvore dos Que Nunca Foram Chamados
- • O Trono Sob as Raízes
Mundo II
O Jardim
das Crianças
Um refúgio de luz protegido por muralhas de flores. Aqui a memória é cultivada como quem cuida de uma semente. Última fortaleza contra o avanço do esquecimento.
- • A Muralha de Flores
- • O Rio que se Levanta
- • A Protetora que cuida de todos
Geografia
Os Territórios
O mapa da obra é feito de lugares que também são estados da alma.

A Floresta Oblivionis
O sombrio reino do esquecimento, um labirinto de raízes retorcidas e névoa densa para onde são enviadas as vidas que o mundo decidiu descartar.
O Jardim das Crianças
Um santuário de luz dourada e rios cristalinos onde o amor resiste e a escuridão da floresta não consegue alcançar.
A Árvore dos Nomes
Um monumento vivo na Floresta Oblivionis que registra identidades esquecidas — último registro contra o apagamento absoluto.
O Vale dos Silenciados
Uma região profunda e oculta onde residem as dores que perderam o direito de serem ditas. Silêncio absoluto.
A Árvore dos Que Nunca Foram Chamados
Uma estrutura colossal que abriga aqueles que jamais receberam sequer um nome.
O Trono Sob as Raízes
A sede do poder do Rei do Esquecimento, erguida pelo acúmulo físico do abandono e da indiferença.
O Rio da Muralha
Um fluxo que pulsa em sintonia com os nomes resgatados — véu vigilante de memórias que se recusam a morrer.
O Portal
A passagem mística que une Blumenau ao reino oculto do Jardim e da Floresta.
Blumenau
O mundo real, envolto em chuvas monótonas, onde o esquecimento cotidiano abre as fendas para a Floresta.